Na mídia

Pesquisa contínua de consumo de mídia em São Luís: o que o lançamento da Qi Mercado vai revelar sobre audiência e intenção de compra

São Luís está vivendo uma virada importante no jeito de entender (e planejar) comunicação, mídia e marketing. A Qi Mercado lança no dia 04 de fevereiro de 2026 a primeira edição do ano de sua pesquisa contínua sobre consumo, mídia e intenção de compra na capital maranhense, com apoio do Sebrae Maranhão.

O ponto-chave aqui não é só o lançamento em si, mas o que ele representa: um ciclo de atualização de dados ao longo do ano, acompanhando as mudanças reais do consumidor em vez de decisões baseadas em “fotografias antigas” do mercado.

A Qi Mercado, especialista em comportamento de consumo, analisa que o movimento responde diretamente a uma dor crescente: a atenção está cada vez mais fragmentada, e estratégias que ignoram essa dinâmica tendem a perder eficiência.

O que muda com uma pesquisa contínua (e por que isso importa para o mercado)

Na prática, pesquisa contínua significa acompanhar variações de comportamento ao longo do ano, e isso muda o jogo para:

  • Anunciantes, que precisam reduzir desperdício e melhorar a eficiência do investimento;
  • Agências, que precisam ajustar planejamento e estratégia com mais velocidade;
  • Veículos e criadores, que competem por atenção em um ecossistema multicanal;
  • Gestão pública, que pode usar dados para decisões com base em evidências.

A matéria também reforça a preocupação com rigor metodológico e aderência a boas práticas do mercado publicitário, alinhadas a referências como o CENP (hoje Fórum de Autorregulação do Mercado Publicitário), o que fortalece a confiabilidade e a comparabilidade dos dados.

Em 2025, o consumidor estava em muitos lugares ao mesmo tempo

São Luís combinava mídia tradicional e digital, e os números da pesquisa do ano passado reforçaram este cenário:

  • Internet: alcance de 92%, e 88% afirmam acessar todos os dias;
  • Objetivos de uso da internet: 60% acessam para ver redes sociais e 56% para notícias e informações;
  • Redes sociais: 79% declaram possuir redes sociais;
  • Entre quem possui redes sociais, os apps mais presentes são WhatsApp (92%) e Instagram (73%);
  • TV por streaming: penetração de 61%; entre quem consome streaming, Netflix (71%) aparece como destaque;
  • Rádio: penetração de 41%;
  • Portais de notícias: alcance de 20%.

O recado é direto: não existe mais “um único canal” para alcançar o público. O consumidor alterna entre plataformas e horários, e isso exige planejamento integrado com consistência de mensagem e inteligência de segmentação. Este é o grande marco da pesquisa contínua da QI Mercado. Ela ajuda a enxergar em “tempo real” o perfil deste consumidor multifocal.

O comparativo com Maceió ajudou a enxergar tendências que também pressionavam São Luís no ano anterior.

Para ampliar a leitura, vale cruzar com dados de Maceió, que reforçam tendências bem parecidas no Brasil urbano do último ano: alto acesso digital, redes sociais muito presentes e consumo misto entre TV e plataformas.

  • Internet: 95% acessaram (com 71% tendo acessado “ontem”);
  • Objetivos de uso: Redes sociais (69%) e notícias/informações (62%) lideram;
  • Redes sociais: 96% acessaram; os apps mais usados incluem WhatsApp (93%) e Instagram (71%);
  • TV aberta: total que assistiu recentemente 71%;
  • Streaming: 56% dizem não ter assinatura; entre assinantes, destaque para Netflix (41%);
  • Confiança em fontes: TV (47%) aparece à frente de redes sociais (27%) e sites de notícias (22%);
  • Influenciadores: 34% dizem seguir influenciador digital.

Essa fotografia reforça um ponto estratégico: mesmo com digital forte, a credibilidade ainda é disputada e os canais “tradicionais” seguem relevantes em diferentes fases do funil (atenção, confiança e decisão).

Conclusão: o lançamento dos novos números de 2026 em
São Luís será um marco e um recado para quem decide

O lançamento da pesquisa contínua da Qi Mercado em 04/02/2026 coloca São Luís em um novo patamar de leitura de mercado, com novos dados, maior frequência e alinhados à velocidade do comportamento do consumidor. Em um ambiente de atenção fragmentada, quem decide com dados decide com vantagem.

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