O mercado imobiliário brasileiro entra em 2026 cercado de expectativas positivas, mas também de ajustes importantes. Com a trajetória dos juros, a reorganização do crédito imobiliário e um consumidor cada vez mais estratégico, o setor vive um momento de transição que exige leitura fina de dados e comportamento.
Uma análise publicada pelo Registro de Imóveis do Brasil projeta um cenário de maior estabilidade, com retomada gradual da confiança, fortalecimento do financiamento e uma demanda mais qualificada. A Qi Mercado, especialista em hábitos de consumo e intenção de compra, avalia que esse movimento já pode ser observado nas decisões do consumidor em diferentes capitais brasileiras.
O que muda no mercado imobiliário até 2026
Segundo a análise do setor, alguns fatores serão determinantes para o desempenho do mercado imobiliário nos próximos anos:
- Maior previsibilidade econômica, favorecendo decisões de longo prazo;
- Readequação das taxas de financiamento imobiliário;
- Consumidor mais informado, comparando preços, localização e formas de pagamento;
- Busca por imóveis que aliem moradia, investimento e qualidade de vida.
Esse cenário reduz movimentos especulativos e fortalece compras mais planejadas, alinhadas à renda e ao momento de vida do comprador.
O comportamento do consumidor imobiliário em São Luís
Os dados da Qi Mercado em São Luís mostram um mercado já bastante estruturado em torno da casa própria. Mais de 80% da população entrevistada reside em imóvel próprio, enquanto cerca de 18% vivem em imóveis alugados.
Outro dado relevante é que mais de um terço dos entrevistados possui financiamento imobiliário, o que reforça a importância do crédito como principal viabilizador de compra. Além disso, cerca de 15% dos consumidores afirmam intenção de comprar um imóvel nos próximos 12 meses, sinalizando demanda ativa e recorrente.
Esse comportamento indica que, mesmo diante de cenários econômicos mais cautelosos, o imóvel continua sendo visto como prioridade e segurança patrimonial.
Maceió: preferência por casa própria e demanda consistente
Em Maceió, os dados da Qi Mercado revelam um perfil ainda mais voltado à casa própria. A maior parte da população reside em imóveis próprios, enquanto pouco menos de 30% vivem de aluguel.
Quando analisada a preferência de tipo de imóvel, a casa se destaca de forma expressiva, sendo a escolha predominante dos consumidores. Esse dado ajuda a explicar a força de empreendimentos horizontais, bairros planejados e imóveis com maior área útil na capital alagoana.
O comportamento do consumidor em Maceió aponta para um mercado menos especulativo e mais orientado ao uso residencial, fator que tende a sustentar a demanda mesmo em ciclos econômicos mais desafiadores.
O que esses dados indicam para o mercado imobiliário em 2026
Ao cruzar as projeções do setor com os dados comportamentais da Qi Mercado, fica claro que o mercado imobiliário em 2026 será menos impulsivo e mais racional. O consumidor:
- Planeja mais antes de comprar;
- Valoriza segurança financeira;
- Usa o financiamento como ferramenta estratégica;
- Enxerga o imóvel como patrimônio e estabilidade.
Para incorporadoras, construtoras e investidores, isso reforça a importância de produtos bem posicionados, comunicação clara e entendimento profundo da jornada de compra.
Conclusão
O mercado imobiliário em 2026 tende a crescer de forma mais sustentável, apoiado em decisões conscientes e no fortalecimento do crédito. Mais do que acompanhar indicadores macroeconômicos, entender o comportamento do consumidor será decisivo para capturar oportunidades reais.
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