Comer sempre foi um ato social, mas, nos últimos anos, tornou-se também uma expressão de identidade, consciência e propósito. Essa transformação, apontada em tendências globais para 2026, deixa claro que a alimentação está cada vez menos ligada apenas à nutrição e cada vez mais ao estilo de vida, às emoções e às escolhas conscientes do consumidor.
Uma matéria recente da CNN Brasil reforça esse movimento ao destacar que o futuro da gastronomia passa por decisões mais estratégicas: menos excesso, mais significado, valorização de ingredientes essenciais, proteínas, fibras, bebidas funcionais e experiências que vão além do prato.
A Qi Mercado, especialista em comportamento de consumo e intenção de compra, analisa que essa mudança já é perceptível nos mercados regionais brasileiros, inclusive no Nordeste, onde hábitos culturais fortes se encontram com novas exigências do consumidor moderno.
Alimentação como experiência, identidade e escolha consciente
O consumidor de hoje não escolhe apenas o que comer, mas por que comer. A alimentação passou a refletir valores pessoais, preocupação com saúde, bem-estar emocional e até posicionamentos sociais.
Esse cenário favorece tendências como:
- Valorização de alimentos naturais e minimamente processados;
- Busca por simplicidade e qualidade em vez de excesso;
- Interesse crescente por alimentos locais, artesanais e de origem conhecida;
- Maior atenção a proteínas, fibras e composição nutricional.
Mais do que seguir modismos, o consumidor quer coerência entre o que consome e o estilo de vida que deseja comunicar.
O que os dados da Qi Mercado mostram em Maceió
Ao observar o comportamento do consumidor em Maceió, os dados da Qi Mercado já apontam sinais claros dessa transformação. Atualmente, 9% dos entrevistados afirmam priorizar a alimentação saudável, um indicador que reforça a tendência de escolhas mais conscientes destacada pela CNN Brasil.
Esse percentual representa um público estratégico, atento à qualidade do que consome e mais propenso a influenciar decisões de compra, formatos de cardápio e o posicionamento de marcas e estabelecimentos ligados à alimentação.
São Luís: consciência alimentar e desejo de evolução
Em São Luís, os dados da Qi Mercado revelam um cenário ainda mais simbólico do novo comportamento alimentar. Quando questionados sobre a própria alimentação:
- 60% afirmam que se alimentam de forma saudável, mas reconhecem que podem melhorar;
- 29% consideram sua alimentação bastante saudável;
- 10% dizem não ter uma alimentação saudável.
Na prática, isso significa que 89% da população se enxerga dentro do espectro da alimentação saudável, ainda que com diferentes níveis de exigência e autocrítica.
Esse dado dialoga diretamente com a tendência apontada pela CNN Brasil: o consumidor não busca perfeição, mas equilíbrio. Há consciência, intenção de melhoria e abertura para marcas, produtos e experiências que ajudem nessa jornada.
O impacto direto para marcas, varejo e food service
O cenário descrito pela CNN Brasil e reforçado pelos dados da Qi Mercado indica que, nos próximos anos, vencerá quem:
- Entender profundamente o comportamento do consumidor local;
- Souber comunicar propósito, não apenas produto;
- Oferecer experiências alinhadas a saúde, prazer e identidade;
- Utilizar dados para embasar decisões estratégicas.
Não se trata apenas de alimentação saudável, mas de alimentação significativa. Comer nunca foi só sobre se alimentar, e, em 2026, isso estará ainda mais evidente. A alimentação se consolida como um reflexo direto do comportamento de consumo, das emoções e das escolhas conscientes da população.
Para empresas, marcas e investidores, compreender essas mudanças não é mais opcional. É estratégico. Quer entender melhor como o consumidor do seu mercado pensa, consome e decide? Acesse qimercado.com.br e conheça os dados da Qi Mercado.